Deste do ano de 2005 está saindo um "Call of Duty" por ano. Particularmente acho uma aposta perigosa, porque além dos jogos de esportes o jogador precisa de identificação com a historia e precisa do "fator raplay" para aumentar longevidade do jogo, principalmente na parte do Multiplayer.
Sempre acontece, um amigo tem o Modern Warfare 2 e outros amigos tem o Black ops, logo não tem como ter a convergência entre jogos, olha que a diferença de lançamento foi de 1 ano.
Sobre a historia, todo CoD sai de um Ponto A para o Ponto B quase que fosse em um trilho, mas isso é ruim? Depende de cada jogador e, fazendo uma análise bastante cética, percebe-se que o gameplayer não mudou deste de 2005, e sempre que tem o novo lançamento os neurônios fervem.
Enfim, a produtora aposta alto na série e com isso nós temos que consumir um CoD por ano. se essa aposta é certa só o tempo irá dizer, daqui a pouco terá um Call of Duty 12 ou até mesmo um Call of Duty 2099, por que não?





4 comentários:
Ainda bem que não sofro dessa doença de comprar um CoD por ano, nem FIFA/PES. Já fico puto quando a Capcom fica atualizando os jogos e comprando como um novo jogo.
aconteceu a Mesma Coisa com o The King of Fighters, chegou um tempo que nem a playmore aguentou um KoF por ano...
No caso de COD ainda eles criam todo um novo enredo, um campanha bacana e então acho válido e a franquia consegue manter a qualidade porque a Actvision trabalha com dois estúdios simultaneamente: Infinity Ward e Treyarch. No caso do PES e FIFA fica claro que é só para manter as vendas dos jogos porque raramente inovam em algo, a atualização de tranferências de jogadores já é feita. Agora a maior putaria está sendo mesmo em jogos de luta como Capcom e MK9 que lançam os jogos e DLC atrás de DLC com novos jogadores. E se for continuar aqui dá uma bela discussão.
Porra, Mortal Kombat 9 veio com 5 jogadores grátis e mais 30 pra comprar.
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